Com entrada, campismo e acesso às piscinas municipais gratuitos, o evento organizado pela Associação Mêda+, coletividade juvenil sem fins lucrativos, volta a apostar na “diversidade e promoção da música nacional alternativa e emergente”, lê-se numa nota enviada à agência Lusa.
O Mêda+ começa a 23 de julho com o ‘warm-up’, que inclui a atuação da Orquestra de Formação da Mêda e o concerto de Vitória Vermelho, “uma das novas vozes em destaque na programação de 2025”, adianta a organização.
O festival conta este ano com três palcos – Pé em Triste, Mercado e Mêda+ -, montados no centro da cidade, e um cartaz que combina “nomes emergentes e consagrados, numa programação que vai do pós-punk ao hip-hop, do jazz à canção popular”, além de projetos autorais que refletem “a diversidade da cena musical portuguesa contemporânea”.
No primeiro dia do Mêda+, 24 de julho, sobem ao palco Evaya, 800 Gondomar, Carlos Raposo, Romeu Bairros, Emmy Curl, Humana Taranja e Máquina. A noite termina com um DJ set de Félix Gambino.
Para o dia seguinte estão programados os projetos Tyroliro, Girls96, Caio, Rossana, Manga Limão, Bombazine, Them Flying Monkeys e Ohxala.
O festival termina a 26 de julho com Anti-Medo, Conferência Inferno, Marlow Diggs, um espetáculo especial que vai juntar Bia Maria e a Academia Sénior de Mêda, Amaura, Quadra e Capicua. Cabe ao DJ Mike el Nite fazer as despedidas.
Além desta programação musical, a 11.ª edição do Mêda+ vai proporcionar, durante as manhãs e inícios de tarde, oficinas de cerâmica, olaria com roda de oleiro, pintura a óleo, aguarela, fotografia e provas de vinho comentadas por produtores locais.
“Esta programação cultural complementar reforça a ligação entre o festival e o território, promovendo o património, os saberes e a tradição da região”, sublinha a Associação Mêda+.
O festival Mêda+ é organizado desde 2010 pela Associação Juvenil Mêda+, mas não se realizou entre 2019 e 2024 por falta de financiamento, tendo regressado no ano passado.
Conhecido por apostar em bandas portuguesas emergentes e alternativas, pelo festival já passaram grupos como os X-Wife, Mão Morta, Fonzie, Supernada, Wraygunn, Diabo na Cruz, Linda Martini, Capitão Fausto, Glockenwise, Tara Perdida, Paus, Orelha Negra, Best Youth, Moullinex, Samuel Úria, B Fachada, Valter Lobo, Stone Dead, Fonzie, Filipe Sambado, entre muitos outros.
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